4ª sessão

20 de fevereiro de 2018 | Anf. 3.2.14 | 17:00
“Aspectos Matemáticos na
Música do Século XX”
Carlota Simões (DM – FCTUC e Museu da Ciência da
Universidade de Coimbra)
A Matemática e a Música parecem áreas do conhecimento
independentes entre si, no entanto desde a Antiguidade
existem fortes ligações entre as duas.

Resumo: Embora a Matemática a Música pareçam áreas do conhecimento independentes entre si, a verdade é que desde a Antiguidade existem fortes ligações entre as duas.
Um exemplo claro dessa relação é o dodecafonismo de Schoenberg, Webern e Berg, que admite uma formalização matemática clara e bastante simples.
Nesta comunicação são apresentadas algumas regras de composição típicas do dodecafonismo passíveis de uma tradução matemática a partir da qual se podem analisar algumas características musicais.
Tal representação matemática servirá de ferramenta na análise de composições tanto de Schoenberg como de seus discípulos Alban Berg e Anton Webern.

3ª sessão

16 de janeiro de 2018 | Anf. 6.1.36 | 17:00

“QUANTOS TUKTUKS HÁ EM LISBOA e outras investigações matemáticas”
José Paulo Viana (APM – Associação de Professores de Matemática)

RESUMO: A Matemática, associada a métodos subtis e engenhosos, permite fazer descobertas inesperadas e, por vezes, surpreendentes.

Iremos aqui passar em revista algumas investigações feitas por este mundo fora, tentando perceber os seus resultados e lançar um olhar crítico sobre as conclusões que daí se podem tirar.

2ª sessão

12 de dezembro de 2017 | Anf. 3.2.14 | 16:30

“Os cálculos de ontem e de hoje”
Carlos Albuquerque (DM – Ciências, ULisboa)

Em dia de aniversários, vamos (re)descobrir o cálculo numérico e o seu valor, explorando as relações com o cálculo infinitesimal. Vamos falar de exemplos históricos e do trabalho ligado ao cálculo numérico de um dos aniversariantes: Sebastião e Silva.

RESUMO: O cálculo numérico acompanha desde sempre a matemática e as suas aplicações. Ao longo dos últimos séculos cresceu muito a utilização do cálculo numérico, apoiada na evolução de máquinas e métodos cada vem mais rápidos e sofisticados.
Ao mesmo tempo desenvolveu-se o cálculo infinitesimal e depois a análise infinitesimal. Estes cálculos mantiveram relações profundas nem sempre evidentes. Sebastião e Silva, que faria anos no dia da palestra, desenvolveu também trabalho de investigação em métodos numéricos e propôs a utilização destas ligações no ensino secundário.

Vamos viajar por diversas histórias ao longo do tempo, até aos dias de hoje, com duas questões: como estão presentes os cálculos na nossa vida e o que é que deve estar nos programas escolares?

1ª sessão

21 de novembro de 2017 | Anf. 3.2.14 | 17:00

“O Universo das Formas e a Forma do Universo”
António Machiavelo (DM – FCUP)
Aviso: Esta é uma palestra destinada a pessoas com coragem suficiente para questionar as suas convicções enraizadas.

Sumário:
“Há mais de 3800 anos que a Matemática fornece ferramentas que eventualmente permitiram descobrir a forma do mundo em que vivemos, que ajudaram a explorar outros mundos do nosso sistema solar e, mais recentemente, mundos noutros sistemas planetários.
São ferramentas que permitem não só explorar o macrocosmos, como também o microcosmos. Porque é que a Matemática é tão eficaz nestas, e noutras, aplicações? Como pode ela ajudar-nos a descobrir o invisível (como já aconteceu), a explicar coisas que desafiam não só o senso comum, como também a própria imaginação?

Por exemplo, será que conseguimos determinar a forma global do Universo? Será finito ou infinito? Se for finito terá uma orla? Nesta palestra serão abordadas todas estas questões e veremos que é possível cogitar universos finitos sem quaisquer extremidades. Universos que desafiam a imaginação mais arrojada, e um deles poderá muito bem ser aquele que habitamos…”